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quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Duologia An Unforgettable Lady


Um Romance Inesquecível
J. R. Ward
An Unforgettable Lady
Série An Unforgettable Lady
Coleção Livraria, nº 1
Editora Universo dos Livros , 2010
Assunto Cotidiano
As mulheres mais influentes de Manhattan estão sendo assassinadas e Grace, uma linda herdeira da alta sociedade e famosa por sua fabulosa fortuna, é um possível alvo. Relutante, porém vulnerável, ela contrata John Smith para ser seu guarda-costas: um homem intransigente que está disposto a tudo para protegê-la. Ao mudar para o apartamento de Grace o sentimento entre eles começa a mudar. Ela se sente atraída por John, que dita as regras para sua segurança. E ele também não contava com esse desejo incendiário que o tira de qualquer lógica racional. Enquanto as noites de verão começam a ficar cada vez mais quentes, Grace e Smith precisam enfrentar uma escolha crucial:

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Um solteiro Irresistível
J. R. Ward [ Jessica Bird ]
No mundo rico que em que vive Jack, Callie é a garota do lado errado dos trilhos, e não apenas por razões financeiras.Ninguém sabe disso mais do que Callie, mas isto não os impede de se apaixonarem um pelo outro. Jack é lindo, rico, e tem o mundo na ponta dos dedos. Ele no entanto, é a coisa mais distante e arrogante. Ele é um cara legal - mesmo que estando noivo de outra mulher quando conhece Callie. Callie luta financeiramente e emocionalmente. Ela está tão preocupada em não cometer os mesmos erros de sua mãe que fez com que ela quase perder-se no bem que ela encontrou em Jack.

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terça-feira, 9 de dezembro de 2014

MENINAS




PRETENDO TODA SEMANA RENOVAR A PRIMEIRA PÁGINA DO BLOG COM ROMANCES POR TEMAS. SÃO LIVROS QUE  JÁ FORAM POSTADOS NO BLOG, MAS MUITAS VEZES FICAM ESCONDIDOS.
CREIO QUE ISSO  INCENTIVARÁ OS COMENTÁRIOS DOS LIVROS. 

HOJE O TEMA É : CHEFE
ESPERO QUE GOSTEM!!!!!!



LETÍCIA

BLOG MAIS LIVROS DE ROMANCES

50 T VERSÃO GREY

50 Tons de Cinza (Versão Grey 1 a 4 ) - Emine Fougner





"Isso vai ficar muito..." Eu digo correndo minha mão sobre o seu lado enquanto eu sussurro em sua orelha, ”... muito..." eu lambo a concha de sua orelha enquanto um gemido escapa, ela inclinando sua cabeça para trás para o meu ombro, ”... muito...” eu arrasto beijos na garganta dela, "...muito intenso.” Eu inalo o cheiro dela fechando meus olhos, correndo meu nariz de ombro a ombro. ”Tenho ansiado pela conexão absoluta, única, com você, Anastasia,” murmuro. ”Quando todos os sentidos externos estão desligados, você só vai estar em sintonia comigo, baby..." minha frente em suas costas.
Eu corro meus dedos sobre seus braços. Um arrepio percorre seu corpo. "Eu nunca desejei qualquer pessoa, ou qualquer coisa, tanto quanto eu a desejo agora, Anastasia. Você é o amor da minha vida, minha alma. Eu anseio que as nossas almas se conectem. Você pode me dar isso, baby?” "Sim...” ela responde com uma voz lasciva rouca. "Boa menina. Agora, se você quiser que eu pare, bata com a mão,” eu digo segurando sua mão direita na minha, "... três vezes, E eu vou parar. Eu sou seu marido, seu amante, e não o seu dom. Mas estamos testando seus limites, por isso é importante que eu saiba quando você alcançou seus limites.” Eu estarei conectado com seu corpo, também, sentindo, ouvindo e conectando. Eu quero que a nossa conexão seja muito perfeita, muito profunda e infinitamente intensa. "Abra sua boca, e quando eu colocar a bola em sua boca, eu quero que você crave os dentes nela," eu ordeno. "Sim, senhor." Uma vez que ela morde na bola, eu a fixo na parte de trás de sua cabeça. Eu coloco-a de costas e prendo as algemas de couro no cotovelo e no joelho correspondente. "Oh, baby! Você está deslumbrante! Um petisco suntuoso,” murmuro. Segurando pelas teias que teci sobre seu corpo, rapidamente a viro e levanto sua nádega no ar. Ela agora está apoiando-se nos cotovelos e joelhos...






50 Tons de Cinza (Versão Grey) - Emine Fougner






50 Tons de Liberdade (Versão Grey) - Emine Fougner






Livro 4- Christian Gray e Anastasia (Emine Fougner)








INCLUINDO CAP ESPECIAIS




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MAIS LIVROS DE ROMANCES



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Um amor , um adeus


No way to say good bye
Kay Gregory
Coleção Sabrina, nº 596
Série
Romances Nova Cultural, 1989
Roxane jamais tivera medo do amor, até se envolver com seu patrão! Roxane Peters jamais imaginara envolver-se com Gareth Mardon, seu jovem patrão. Apesar de atraente e sensual, ele era um homem  perigoso, acostumado a ter tudo o que o dinheiro pudesse comprar. Ao sentir-se completamente apaixonada por Gareth, Roxane ficou perdida, confusa. Como entregar-se a um amor tão intenso, sabendo que ele seria capaz de tentar iludi-la, enganá-la... Afinal, não compreendia os sentimentos de Gareth. Se decidisse viver aquela paixão, estaria correndo um grande risco!

TUDO POR UM BEIJO

JANET DAYLE

Quando Elizabeth conheceu Jed Carrel, seu cunhado, sentiu antipatia imediata, achando-o impetuoso e arrogante. Mas, quando Jed lhe deu o beijo de boas vindas, que deveria ser casto e fraternal, sentiu como se um vulcão despertasse dentro dela, fazendo seu corpo ansiar de amor e desejo pelo cunhado! Ele partiu imediatamente e foi viver sua própria vida no exterior, ficando ausente pro alguns anos. Só voltou quando Elizabeth ficou viúva... Por que teria voltado? Para lhe dar o amor há tanto tempo esperado? Ou para acusá-la de traição ao marido?





CAPÍTULO 1



Elizabeth Carrel entrou em casa com uma raquete de tênis sob o braço. Era outro dia quente de agosto. O calor e o esforço a tinham deixado exausta, e por isso se encostou, cansada, na porta de madeira.
— É você, Elizabeth? A voz feminina e madura tinha um tom autoritário.
Tirando o cabelo preto e grosso do rosto, Elizabeth afastou-se da porta, andando com seus tênis pelos ladrilhos do hall.
— Sim, Rebecca — respondeu ela, sem olhar-se no antigo espelho que estava pendurado na parede do hall.
Na porta da sala, seus olhos verdes fixaram-se na mulher sofisticada e elegante que estava ali. O cabelo grisalho bem cortado brilhava sob o chapéu de verão, enfeitado de flores azuis, em combinação perfeita com o vestido azul-claro de flores opacas, bem talhado, para mostrar a figura magra da mulher mais idosa. Um broche de ametista e safiras era a única jóia que ela usava. Uma bolsa bege, que combinava com os sapatos, estava sobre a mesa de carvalho.
— Pensei que você já tivesse saído para o almoço — comentou Elizabeth.
— Já devia ter ido — respondeu Rebecca Carrel. A voz suave trazia um tom de censura. — Mas mandei sua filha para o quarto, para se arrumar para a aula de música, e até agora ela não desceu. Talvez fosse melhor você ver o que ela está fazendo. 
Elizabeth sorriu para a sogra.
— Sim, eu vou ver.
A escada que levava ao andar superior começava no hall. Seus tênis quase não faziam barulho nos degraus de madeira, que ainda brilhavam. Na porta do quarto da filha, Elizabeth parou e bateu. A ação trouxe um curioso sorriso aos seus lábios. Não pela relutância de entrar no quarto de Amy sem permissão, mas por causa do silêncio exigido pela atmosfera formal da casa. Depois de ouvir a voz dentro do quarto, ela entrou.
Havia compreensão em seus olhos quando Elizabeth olhou para a figura que estava à janela. Percebeu um ar de revolta naquela figura.
— Olá, Amy.
Ela se virou, ao ouvir a voz da mãe, mostrando desagrado nos olhos castanhos.
— Mamãe, eu preciso ir à aula hoje? Não posso faltar ao menos uma vez? Se eu estivesse doente, você não me obrigaria a ir.
Seu impulso foi de concordar, mas Elizabeth entrou no quarto em silêncio. Sua filha já era muito rebelde para que lhe desse motivos para briga.
— Acho que é melhor você ir à aula hoje. Haverá outros dias em que você precisará faltar, por termos algo mais importante para fazer — explicou.
— Tenho certeza — disse Amy, abertamente.
— Sua avó está esperando lá embaixo.
— Eu sei. — Ela concordou, com um sorriso forçado. — Eu odeio essas aulas, mamãe! A sra. Banks me obriga a fazer a mesma coisa milhares de vezes e eu odeio isso. Além disso, lá é tão quente!
— Pensei que você tinha me dito que gostava de tocar piano — disse Elizabeth suavemente, com um sorriso nos lábios, ao ver a violência na voz da filha.
— Eu gosto de tocar piano, mas não gosto das aulas e de ficar praticando aquelas escalas estúpidas!
— Para tocar, você tem que estudar.
— Ah, mamãe — suspirou Amy.
A melhora no humor de Amy era sinal de que ela concordava. Desta vez Elizabeth não reteve o sorriso e deixou o calor de seu amor mostrar-se, através de um carinho no rosto da filha.
— É melhor você pegar seus livros e descer, ou sua avó se atrasará para o almoço — disse delicadamente.
— Quanto mais depressa eu for, mais depressa poderei sair. — Amy suspirou novamente, demonstrando resignação.
— Que entusiasmo! — Elizabeth riu e beijou a testa da filha, antes de apontar em direção à porta.
Não desceu com Amy, mas permaneceu no corredor, perto da porta do quarto, olhando a filha descer as escadas de modo jovial. Ela era uma linda criança e se tornaria uma mulher ainda mais bonita. Inconscientemente, Elizabeth ficou feliz, ao sentir que aquela figura encantadora tinha saído de sua carne e sangue. Há muito tempo tinha parado de pensar no pai de Amy, e em sua participação naquela criação.
Quando entrou em seu quarto, o porta-retratos sobre a penteadeira relembrou-a. O homem da fotografia era como um estranho para ela. O casamento deles havia durado muito pouco tempo, porque ele tinha morrido em um acidente de carro. Na época, ela não sabia que estava grávida de Amy. Era difícil lembrar-se de que tinha sido casada, tendo tudo durado tão pouco!
Claro, ela havia sido casada com Jeremy Carrel, ou não estaria morando com a família dele hoje. Amy parecia-se com o pai: tinha o cabelo castanho-escuro e os olhos da mesma cor, mas suas atitudes e sua personalidade eram totalmente diferentes das dele. Jeremy, que nunca fora mimado, havia aceitado o papel que sua família tinha na comunidade, na sociedade, nos negócios e na liderança. Quando Elizabeth se casou com ele, estava marcando passo e se preparando para o dia em que assumiria a firma de advocacia da família. Ele nunca tinha resistido aos laços invisíveis do socialmente aceitável, como Amy fazia. Nunca fazia nada em excesso, somente o que fosse aceitável.
Afastando os olhos da fotografia, Elizabeth se viu no enorme espelho que ficava num dos cantos do quarto. Os tênis brancos acentuavam a cor bronzeada de suas pernas; seus quadris arredondados terminavam em uma cintura fina, e então havia a linha curva que chegava até os seios. Ela não precisava ver seu reflexo para dizer a si mesma que era uma mulher bonita, e que não aparentava ter idade suficiente para ter uma filha de oito anos.
Talvez, pensou Elizabeth quando se afastou do espelho para retirar o uniforme de jogar tênis, a teimosia de Amy viesse da determinação inabalável do pai. E dela também, que simplesmente não tinha sido capaz de conduzir os impulsos e a energia de Amy para algo mais construtivo. As revoltas pareciam ter aumentado no último ano. Elizabeth imaginou se a causa não seria a falta de uma figura masculina na vida da filha.
O avô de Amy, pai de Jerry, tinha falecido cedo demais, de um ataque do coração, há quase dois anos. Apesar de terem vivido na mesma casa, ele nunca passava muito tempo com Amy. Tampouco Amy tinha demonstrado alguma grande afeição pelo avô. Mas às vezes Elizabeth achava difícil saber o que se passava na mente da filha.
Hesitando na frente da porta aberta do armário, Elizabeth afastou a idéia de se vestir e pegou seu caftan de algodão. Ele seria muito mais confortável para um dia de calor como aquele.
Embaixo outra vez, foi para a cozinha, preparar um copo de limonada gelada. Já havia tomado um lanche com sua amiga e parceira de tênis, Bárbara Hopkins. Além disso, com a casa em silêncio, era a hora perfeita para ler as peças que o grupo local de teatro iria apresentar naquela estação.
Apesar de por muito tempo não ter havido um Carrel na comunidade dos negócios, Rebecca Carrel não havia abandonado a liderança em outras áreas. Elizabeth tinha a impressão de que, agora que o sogro havia falecido, a sogra tinha passado a ser o centro das atenções, estando feliz em não precisar mais dividi-las com o marido. Desde cedo percebeu o quão devotada Rebecca era — sempre a esposa perfeita, a companheira perfeita e a confidente perfeita, enquanto mantinha sua própria posição social, evitando brigas.
Rebecca Carrel era excelente em matéria de organização e Elizabeth tinha aprendido muito com ela. Agora desempenhava um papel ativo nos clubes sociais da comunidade. Era uma Carrel. Sua vida era repleta, a ponto de não ter um momento vazio. Talvez este fosse o motivo por que nunca sentira falta de Jerry, como tinha imaginado que sentiria. No início, Rebecca não lhe tinha dado tempo para lastimar-se, apesar de Elizabeth sentir-se mais chocada que triste. Então veio Amy. E agora... bem, agora havia o presente.
Quando entrou na sala de estar, Elizabeth parou e, com um sorriso, foi até o piano. Correu os dedos suavemente sobre as teclas de marfim, lembrando de sua própria revolta quando jovem, ao ter que aprender as escalas. Amy parecia ter aptidão para o piano, demonstrando uma alegria similar à que Elizabeth havia conhecido. Ela nunca tinha forçado Amy a estudar piano.
Colocando o copo de limonada em cima do piano, começou a experimentar a melodia de uma canção. Mais lembranças ocuparam sua mente, enquanto tocava habilidosamente. Tinha conhecido Jerry em um recital de piano. Ele tinha ido com os pais e eles foram apresentados pela primeira vez na recepção que se seguiu ao recital.
Não que Elizabeth não soubesse quem ele era o tempo todo. Ela duvidava que alguém no país não conhecesse Jeremy Carrel. Quase todo mundo tinha desistido de esperar que ele se casasse com uma garota do local. Quando ela viu aquela luz admirável nos olhos dele, soube que havia esperança. Elizabeth percebeu que, se fizesse o jogo certo, conseguiria agarrar o mais famoso advogado da cidade. E, na verdade, foi o que ela planejou fazer. Foi terrivelmente fácil apaixonar-se por Jerry!
Mary Ellen Simmons, a tia que havia criado Elizabeth depois do falecimento de seus pais, quando ela estava com onze anos, não aprovou o casamento. Ela insistia que, com dezessete anos, Elizabeth não podia saber o que realmente queria, para passar o resto de sua vida com Jerry Carrel. Temia que sua sobrinha estivesse mais impressionada com a posição dele que apaixonada. Suas suspeitas nunca foram provadas. Na verdade, Elizabeth nunca tinha pensado nisso até agora.
Curioso! Seus dedos começaram a deslizar mais vagarosamente. Por que, de repente, ela estava pensando no que havia acontecido há tantos anos atrás? Antes ela nunca tinha se questionado se realmente havia ou não amado Jerry. Esta era uma pergunta que não tinha uma resposta definitiva.
Uma onda de inquietação surgiu dentro dela sem nenhuma razão aparente. Seus dedos começaram a tocar com aspereza. A raiva começou a surgir porque ela havia perdido um tempo inútil com esses pensamentos, tempo que poderia ter sido bem melhor aproveitado, estudando as peças de teatro.
Elizabeth pegou seu copo de limonada e, com ele preso na mão, virou-se para se levantar, impaciente. Uma figura estava encostada no batente da porta da sala de estar.
Um arrepio correu por sua espinha, ao ver a aparência do homem. Ele vestia uma camisa azul-clara meio desabotoada, para mostrar o peito masculino e bronzeado. Os quadris magros estavam cobertos por uma calça que provavelmente era azul-marinho. A sombra da barba por fazer escurecia os ângulos de seu rosto. Um blusão de couro estava sobre o ombro e uma mochila gasta e velha estava no chão, a seu lado. O cabelo grosso e castanho tinha sido retirado do rosto. Os olhos confusos olhavam para Elizabeth.
— O que você está fazendo aqui? — perguntou ela, conscientizando-se repentinamente do quanto a casa era isolada.
— O concerto já acabou? — perguntou ele, com a voz rouca. Elizabeth levantou-se e fez com que sua voz trêmula parecesse fria e imponente.
— Você não tem o direito de estar aqui. Eu sugiro que saia imediatamente, antes que eu telefone para as autoridades. — Ele sorriu, mostrando os dentes, e permaneceu onde estava. — Se você quer roupa ou comida, aqui não vai encontrar. A estrada fica a um quilômetro daqui. Eu lhe dou cinco minutos para sair, senão chamo a polícia.
Foi até o telefone e tirou o fone do gancho. A qualquer momento, esperava que ele lhe apontasse um revólver ou uma faca.
— Eu não esperava uma festa de boas-vindas — comentou ele, — mas achei que pelo menos iam me oferecer uma refeição.
— É melhor você sair. — Ela discou o primeiro número, ignorando o comentário.
— Você vai se sentir como uma tola, pequena irmã. Seria interessante ver um Carrel corado, mesmo que esteja usando este sobrenome por ter se casado com um da família — disse ele suavemente.
Elizabeth franziu a testa. Seus olhos verdes encararam o estranho confiante, nem um pouco intimidado pelas ameaças dela. Ela não o conhecia, mas parecia que ele a conhecia, ou pelo menos sabia de sua ligação com os Carrel.
— Quem é você? — perguntou. Ainda segurava o fone na mão.
— Será que eu mudei tanto, nestes últimos anos? Eu teria reconhecido você em qualquer lugar. Eu gosto de seus trajes de viúva. Jerry sempre gostou que você usasse roupa azul.
O fone quase caiu de sua mão.
— Jed? — perguntou ela, com descrença.
— Em carne e osso — confirmou ele, afastando-se um pouco da porta. — Vocês pensavam que eu estava morto?
— Nós não tivemos notícias suas... — começou Elizabeth mas parou. — Jed, seu pai... ele teve um ataque cardíaco há dois anos. Ele... está morto! — Parecia que não havia outra maneira de dizer isso.
— A casa não mudou muito — foi o comentário dele, quando seus olhos correram pela sala. Depois olhou novamente para Elizabeth. — Eu soube de papai — disse ele finalmente, com um pouco de emoção na voz. — Eu achei a carta de mamãe há um ano atrás. Naquela época já não havia necessidade de voltar.
— Por que... você voltou? — perguntou ela.
— Não é educado fazer perguntas proibidas, Liza.
— Elizabeth — corrigiu ela automaticamente, e ele riu.
— Pelo que vejo, você ainda dá muita importância à posição social.
— Eu não gosto do nome Liza. Parece...
— Comum, era o adjetivo que, tenho certeza, você usava antes — lembrou-a ele. Foi logo depois que você ficou noiva de meu irmão e tentava parecer uma mulher fina e sofisticada, para impressionar minha mãe. Você ficou muito zangada quando eu a chamei assim na frente deles.
— Eu lembro. — Sua expressão ficou tensa quando ela afastou os olhos do olhar dele.
— Onde está mamãe?
— Ela foi almoçar na cidade — respondeu Elizabeth.
— É claro, hoje é quinta-feira, não é? Eu tinha esquecido que ela vai ao fórum todas as quintas-feiras. — Ele deu um sorriso cínico.
— Se você quiser se arrumar, o quarto junto à escada está vazio. Você pode deixar suas coisas lá. Há toalhas limpas no banheiro.
A expressão dele não mudou.
— É uma indireta de que você não está me achando apresentável? — Jed Carrel continuou, com a expressão gozadora. — Está muito quente e há muita poeira por aqui.
— Você quer dizer que veio da cidade? — Ela franziu a testa, surpresa.
Ele olhou para seus sapatos e calça empoeirados.
— Meus pés eram o único meio de transporte disponível. Os táxis locais deviam, sem dúvida, estar levando as amigas de minha mãe para seu almoço semanal com a rainha.
— Você poderia ter esperado — murmurou Elizabeth, automaticamente.
— Estava ansioso para ver se Thomas Wolfe estava bem e se você ainda estava morando aqui. E digo que ele está bem. Meu antigo quarto está vago?
— Agora é o quarto de Amy. — Elizabeth arrepiou-se com a dedução dele. Eles tinham se visto apenas uma vez. Eram praticamente estranhos, então por que Jed esperava que ela o recebesse de braços abertos?
— Amy? — perguntou Jed, franzindo as sobrancelhas.
— Minha filha. — Ela levantou o queixo em sinal de desafio. 
Os lábios dele moveram-se cinicamente de novo, assemelhando-se a um sorriso.
— Ah, sim — concordou ele. — Lembro que Jerry deixou você com uma criança. Amy, este é o nome de minha avó.
— Elas são xarás — admitiu Elizabeth.
— Mamãe deve ter gostado disso. Ou foi sugestão dela?
Ele estava novamente gozando, mas Elizabeth não deu importância ao fato.
— Nós pensamos em muitos nomes, antes de Amy nascer. — Ela se afastou repentinamente. Você já almoçou? Quer que eu prepare um lanche leve?
— Café da manhã, por favor — pediu ele. — Ainda não me adaptei aos horários daqui. Para mim, hoje é amanhã de manhã. Omelete com torradas estará ótimo.
Ele pegou sua mochila e foi para a escada. Elizabeth olhou para aquela figura masculina. Depois de quase nove anos ela não podia se envergonhar por não esperar o irmão de seu marido outra vez, ou por ter praticamente se esquecido de sua existência. Nos últimos anos, o nome dele tinha sido mencionado apenas uma vez, pelo menos que ela se lembrasse, e isto tinha acontecido quando Rebecca, sua mãe, quis notificar-lhe a morte do pai.
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segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

DOCE TENTAÇÃO


Doce tentação
Breakfast at Giovanni's
Kate Hardy
Coleção Modern Sexy, nº 6
Série
Romances Harlequin, 2007
Gio, o novo chefe italiano de Fran, era o homem mais sensual do mundo! Mas o emprego vinha com uma tarefa aflitiva: fingir-se de sua amorosa namorada! É duro, mas alguém tinha que beijá-lo, e já que tinha de ser ela...

AMANTES POR UM DIA


Amantes por um dia
Reluctant Mistress
Natalie Fox
Coleção Julia, nº 698
Série
Romances Nova Cultural, 1991
Robert Buchanan foi duro e cruel - um extraordinário magnata publicação. Ele também era um playboy internacional, e um homem carismático formidavelmente ... e ele era novo chefe de Liza! Liza não estava interessado em um caso com com seu patrão. Mas as inundações locais tinham deixado preso na casa de Robert e, como a água continuou a subir, ela sentiu o aumento da temperatura com ele! Liza sabia que era só uma questão de tempo antes que a paixão oprimi-los ....
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Dominador e Apaixonado The Reluctant Duke Carole Mortimer



Dominador e Apaixonado
The Reluctant Duke
Carole Mortimer


Ela fora contratada para distraí-lo, mas foi ele quem a distraiu...
Lucan St. Claire se recusava a assumir o maldito título de duque de Stourbridge. Ele não tinha interesse nenhum nessa herança, incluindo a magnífica casa no campo. Ao ser forçado a retornar para a propriedade de sua família, levou também Lexie Hamilton, sua nova e bela assistente pessoal, para se distrair um pouquinho... Mas ele não fazia idéia de que Lexie não era bem quem parecia ser... E quando descobriu, já era tarde demais!
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CIRANDA DE FOGO


CIRANDA DE FOGO
Sabrina nº431
Copyright: Carole Mortimer.
Título original: First Love, Last Love.
Publicado originalmente em 1981

Atrevida, jovem e inexperiente, ao bater no luxuoso carro de seu patrão, Lauri viu-se na maior confusão de sua vida. Dali por diante teria de submeter-se aos caprichos do prepotente Alex Blair, que logo a envolveu num jogo adulto de sedução e desejo, do qual Lauri jamais sairia vencendo.
Atordoada com as carícias dele, Lauri já pensava em entregar-se à paixão, participando daquela ciranda de fogo como mulher de verdade, quando Alex descobriu seu grande segredo, a verdade que o faria abandoná-la para sempre! 

domingo, 7 de dezembro de 2014

O SONHO DE UMA MULHER


O Sonho De Uma Mulher
Devil Within
Catherine George
Coleção Julia, nº 338
Série
Romances Nova Cultural, 1984
'Estamos sozinhos?' O tom malicioso de Saul não deixava dúvidas quanto à sua conclusão. Achava que Cláudia tinha planejado aquilo! Ela se apressou a explicar, mas Saul já não a ouvia. Puxou-a de encontro a si, os lábios ousando sobre os dela com uma insistência selvagem, enquanto as mãos lhe abriam a blusa. Quando ela conseguiu se desvencilhar, não conteve as lágrimas. Ele ria com o desprezo do patrão que vê uma funcionária ingênua querendo seduzi-lo.
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Debbie Macomber - Irmãos Dryden 1


Debbie Macomber - Irmãos Dryden 1 
Preparados Para o Amor

Com aquelas duas mulheres perto, muito em breve os irmãos Dryden deixariam de ser solteiros...
À tenra idade de quatorze anos, Jessica Kellerman se tornou louca pelo Evan Dryden, mas aquilo não tinha sido mais que um amor de adolescente. Agora, dez anos depois, estava realmente apaixonada por seu irmão maior, Damian. Mas todo mundo, incluído Damian, estava empenhado em que seguia sentindo algo pelo Evan.



TINHA QUE SER VOCÊ -- SRP


















TINHA QUE SER VOCÊ --SRP


   A história se passa no escritório de advocacia dos irmãos Berllinazo.  A trama se desenrola quando Raquel se vê envolvida pelos irmãos. 
  Ricardo, um homem maduro se vê apaixonado por Raquel. Ela o vê como um aventureiro e por isso o tempo todo se esquiva dele.
  Henrique desperta em Raquel o interesse, pois ambos foram marcados por uma tragédia. 
  Henrique é deficiente físico, em um acidente teve a perda total de um braço. 
  Raquel se vê atraída por ele e interessada em descobrir todos os mistérios que envolvem aquele homem.
   Erros de julgamento, decepções farão com que a jovem  Raquel descubra seu grande amor. 


CONTINUA COM O LIVRO: PROVA DE AMOR


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PROVA DE AMOR --SRP

           RAQUEL  PERDER RICARDO, SEU MARIDO, EM UM ACIDENTE DE CARRO, SE VÊ SOZINHA PARA CRIAR SEU FILHO, NICK.
       CATARINA ESTÁ A BEIRA DA MORTE E PEDE PARA HENRIQUE BUSCAR RAQUEL E SEU NETO, POIS NÃO QUER MORRER SEM VÊ-LOS.
      HENRIQUE SE DEPARA COM RAQUEL E COM A DESCOBERTA  QUE NICK É SEU FILHO.
      HENRIQUE AINDA  A AMA E  SE VÊ NUMA DIFÍCIL MISSÃO, A DE CONQUISTAR A MULHER DE SUA VIDA.

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FRAGMENTOS DO PASSADO





FRAGMENTOS DO PASSADO  - SRP

   Samara estava feliz, recém-contratada como secretária na Indústria Cosmética La Belle. Lá conhece os dois irmãos, Julio e Felipe Mendes
  Logo se depara com o antagonismo dos irmãos. 
 Samara aos poucos conhece Felipe que se mostra prestativo e gentil.  Mas seu coração começa a balançar por Julio, um homem amargurado, preso ao passado.
 Samara aos poucos descobre que Felipe casou-se com a noiva de Julio, e que Julio o culpa pelo acidente que matou Lucinda. 
 Samara  passa a conhecer melhor Julio e quando se vê, está irremediavelmente  apaixona por ele. 
   Então Felipe joga-lhe as palavras:  Julio a tirou de mim somente por vingança. Ele não ama você. 

                                                               BAIXAR 


APENAS UMA MENTIRA


Apenas Uma Mentira
A Weekend to Remember
Miranda Lee
Coleção Julia, nº 881
Série Affairs to Remember
Romances Nova Cultural, 1996
Apaixonada por seu chefe, Hannah sofria ao vê-lo envolvido em um conturbado romance, afinal Felícia, a noiva dele, só estava interessada  em dinheiro e posição social. Quando Jack sofreu um acidente e teve perda parcial de memória, Hannah achou que seria uma ótima chance de tirar Felícia do caminho. Mas Jack lembrou-se de que estava noivo. Por isso, antes mesmo de se dar conta do que estava fazendo respondeu que ela era sua noiva!
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TEMPLO DA LUA


Templo da lua
Temple of the moon
Sara Craven
Coleção Sabrina, nº 147
Série
Romances Editora Abril, 1977
Perdido no centro da floresta mexicana, em meio às ruínas da civilização maia, erguia-se o Templo da Lua, esplendoroso e enfeitiçado. A procura dele, Gabrielle quase perdeu a sua alma. Porque Shaun Lennox, o chefe da expedição arqueológica da qual ela participava, roubou seu coração na primeira vez em que a tocou. Enfeitiçada por aquela terra estranha e primitiva — e pela Lua, a deusa prateada e infiel dos maias —, Gabrielle se esquecia de que era uma mulher casada. Muito mal casada, na verdade, mas ainda assim sem qualquer direito de se entregar ao desejo e à paixão incontrolável que Shaun lhe despertava...


UMA MULHER DE NEGÓCIOS


Uma mulher de Negócios
Consenting Adults
Sandra Marton
Coleção Vanessa, nº 2
Série
Romances Nova Cultural, 1991
Era simplesmente chantagem. Logan Miller estava tão determinado que Talia Roberts fosse trabalhar para ele que ele estava preparado para dizer mentiras e denegrir seu nome com seu chefe, John Diamond. E John poderia muito bem ter acreditar em Logan, porque ele sabia como era ambiciosa Talia.
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TEMPESTADE


Tempestade
Storm Circle
Margaret Pargeter
Coleção Sabrina, nº 284
Série
Romances Editora Abril, 1982
Ingénua e romântica, Vanessa estremecia toda vez que Reece Macadam ficava com ela. Era uma tentação trabalhar ao lado daquele homem sensual, no escritório do estaleiro do qual ele era dono. De repente, estourou o escândalo no pequeno porto da Escócia. Num passeio de iate, Vanessa e Reece foram apanhados por uma tempestade e obrigados a passar a noite numa ilha deserta, juntos, sem ninguém para atrapalhar sua intimidade. A honra dela estava irremediavelmente comprometida! A única solução era o casamento. Vanessa, porém, só aceitaria Reece se ele a amasse de verdade. E ela sabia que isso era quase impossível...

O HOMEM DE AÇO


AMANDA CAPENTER

Alexander Mason,o todo-poderoso presidente da Mason Steel, era um homem vibrante, capaz de sentir e provocar emoções intensas. Num instante passava da mais forte explosão de raiva diante de algo que o desagradava para o mais espontâneo riso de bom humor, o mais carinhoso dos olhares. Bem diferente de Diana, que havia crescido num orfanato e, acostumada à solidão e determinada a fugir de relacionamentos profundos, só ambicionava fazer carreira no mundo dos negócios. Conviver com ele foi uma experiência fascinante para Diana, a descoberta de um mundo desconhecido onde as paixões humanas explodiam com facilidade. Mas foi também doloroso compreender que teria que dividi-lo com as muitas mulheres que o desejavam...



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